Embrapa Milho e Sorgo · 2026

Manual Extra de Apoio ao Pesquisador

Guia prático para preenchimento da nova planilha de qualificação de ativos e comprovação de entrega de resultado
Público-alvo: Pesquisadores e responsáveis técnicos por ativos
Versão: Maio de 2026 (1.0) · Modelo integrado
Unidade: Embrapa Milho e Sorgo · Sete Lagoas/MG
Índice

Sumário

Navegue pelos capítulos clicando nos cards abaixo ou use os botões de navegação no rodapé.

1
Introdução
O que é qualificação de ativos e seu papel nesse processo
2
Visão Geral do Processo
Fluxo completo de qualificação e seus responsáveis
3
O que Mudou
Antes vs. agora: documento único integrado
4
Como Usar a Planilha
Regras, campos editáveis e dicas práticas
5a
Seção 1 — Caracterização
O que é o ativo, aplicação, problemas, diferenciais
5b
Seção 2 — Alcance de Resultado
Metodologia, validação, CTR/CTA, calculadora TRL
6
Fluxo de Finalização
Como concluir, salvar e notificar os envolvidos
7
Contatos e Suporte
Quem acionar para cada tipo de dúvida
Capítulo 1

Introdução

O que é a qualificação de ativos e qual é o seu papel nesse processo

O que é a qualificação de ativos?

A qualificação de ativos é o processo pelo qual a Embrapa formaliza, organiza e avalia o potencial de transferência de tecnologias desenvolvidas por suas unidades. É por meio dela que um resultado de pesquisa passa a ser reconhecido como um ativo tecnológico — com identidade, posicionamento e estratégia de mercado definidos — e fica registrado no Gestec, o sistema institucional de gestão de portfólio da Embrapa.

Uma qualificação bem feita é o primeiro passo para que o ativo chegue ao produtor, à indústria ou à sociedade de forma estruturada, aumentando as chances de adoção e impacto real na cadeia produtiva.

Qualificação e Alcance de Resultado — agora em um único documento

Anteriormente, a qualificação de ativos e a Nota Técnica de Alcance de Resultado — documento enviado separadamente ao CTI como comprovante de entrega — eram processos distintos. Agora, tudo está integrado em uma única planilha colaborativa.

A aba que você preenche — Caracterização do Ativo — contempla tanto as informações técnicas necessárias para a qualificação do ativo no Gestec quanto os campos que anteriormente compunham a Nota de Alcance de Resultado para aprovação pelo CTI.

Para quem é este manual?

Este manual é destinado aos pesquisadores e responsáveis técnicos pelos ativos da Embrapa Milho e Sorgo. Ele orienta o preenchimento da aba Caracterização do Ativo na planilha de qualificação, explicando campo a campo o que deve ser informado, como estruturar as respostas e o que evitar.

🔬
Você preenche
Aba Caracterização do Ativo
📊
Qualificador preenche
Caracteriz. Mercadológica e Parcerias
⚙️
Gestor de Ativos preenche
Aba Descrição Inicial
💡
Dica importante
Você não precisa se preocupar com as demais abas — mas pode e deve visualizá-las, usar comentários para se comunicar com os demais responsáveis e acompanhar o andamento do processo.
⚠️
Sua principal responsabilidade
Preencher a aba Caracterização do Ativo com atenção e detalhamento. É essa informação que sustenta tanto a aprovação pelo CTI quanto toda a análise de mercado conduzida pelo qualificador.
Capítulo 2

Visão Geral do Processo

Entenda o fluxo completo de qualificação e qual é o papel de cada envolvido

O processo de qualificação envolve quatro atores principais: CTI, Gestor de Ativos da UD, Responsável Técnico do Ativo (você) e o Qualificador. Veja como cada etapa se conecta:

Fluxo de Qualificação
💡
Antes de começar a preencher
Leia a aba Descrição Inicial — ela já vem parcialmente preenchida pelo gestor de ativos e contém informações essenciais sobre o ativo, como TRL prevista, descrição do resultado no IDEARE e código do projeto no Ideare.
Capítulo 3

O que Mudou

Antes vs. agora: por que o modelo integrado é melhor para você

Anteriormente, a qualificação era um processo separado da Nota Técnica de Alcance de Resultado — dois documentos distintos, preenchidos em momentos diferentes, frequentemente gerando retrabalho e idas e vindas entre pesquisador e qualificador.

Agora, tudo está em um único formulário consolidado em planilha.

❌ Antes
Nota de Alcance de Resultado + formulário de qualificação separados
Qualificador precisava recorrer ao pesquisador frequentemente
Informações técnicas intermediadas pelo qualificador
Documentos em formatos diferentes, difíceis de consolidar
✅ Agora
Um único documento integrado
Pesquisador preenche a parte técnica diretamente
Você descreve o ativo com a profundidade que só quem desenvolveu tem
Planilha colaborativa, visual e fácil de navegar

A planilha é colaborativa — todos os envolvidos (você, o qualificador e o gestor de ativos) conseguem visualizar todas as abas, usar comentários para se comunicar e acompanhar o preenchimento em tempo real.

Essa mudança foi feita porque você, como responsável técnico, tem muito mais propriedade para descrever o ativo — o problema que ele resolve, como foi validado, qual o seu diferencial — do que o qualificador, que não está envolvido diretamente no desenvolvimento. O resultado é uma qualificação tecnicamente mais precisa e uma nota de alcance mais completa.

Capítulo 4

Como Usar a Planilha

Regras essenciais para garantir um preenchimento correto e colaborativo

A planilha é protegida para garantir a integridade das informações. Nela, cada responsável edita apenas os campos atribuídos à sua função.

⚠️
Atenção
Não baixe a planilha para editá-la em ferramentas paralelas como Microsoft Excel. Edite-a pelo Google Sheets para que seja colaborativa e atualizada em tempo real.

Regras de preenchimento

  • Campos editáveis têm fundo branco (texto livre) ou cinza claro (seleção em lista suspensa)
  • Para inserir uma nova linha dentro de um campo de texto, use Alt + Enter
  • Não edite a coluna A nem exclua ou insira linhas e colunas
  • Preencha todos os campos — se algum não se aplicar, justifique no próprio espaço
  • As alterações são salvas automaticamente ao fechar o arquivo
  • Você pode inserir comentários nas células e marcar o qualificador ou gestor de ativos para notificá-los sobre dúvidas ou pontos específicos

Sua aba: Caracterização do Ativo

Sua aba está dividida em duas seções:

📋
Seção 1
Caracterização do Ativo
O que é, para que serve, que problema resolve
📊
Seção 2
Alcance de Resultado
Como foi desenvolvido e validado, TRL/MRL
⚠️
Atenção — impacto do que você escreve
As informações que você inserir aqui servirão de base para o CTI aprovar o alcance de resultado declarado, para a equipe de Comunicação divulgar o ativo no Portal Embrapa e para o qualificador conduzir toda a análise mercadológica. Capriche na clareza e no detalhamento. Evite copiar resumos de projetos, publicações científicas ou o texto do Ideare em sua completude.
Capítulo 5 · Seção 1

Guia da Aba: Seção 1

Caracterização do Ativo — campo a campo

🏷️ Solução para Inovação — Título

Informe o título da solução para inovação associada ao resultado, conforme cadastrada no sistema SEG. O título deve ser copiado exatamente como consta no cadastro — não crie variações ou abreviações.

👥 Equipe

Liste o nome completo de todos os envolvidos no desenvolvimento do ativo — pesquisadores, analistas, técnicos e colaboradores de outras instituições.

⚠️
Por que isso é importante
Essa informação é usada pelo CTI para escolher adequadamente os avaliadores e evitar conflitos de interesse durante o processo de qualificação. Uma lista incompleta pode comprometer a imparcialidade da avaliação.
🌱 O que é o ativo?

Descreva o que o ativo será quando finalizado — não o processo de desenvolvimento nem o resultado de pesquisa. Use linguagem acessível, inclusive para quem não é especialista.

📋
Exemplos
"Híbrido top-cross de milho de ciclo precoce, com adaptabilidade ampla para safra e safrinha, excelente desempenho em lavouras de baixo investimento e baixo custo de produção de sementes"

"Insumo biológico à base de fungo entomopatogênico para controle da lagarta-do-cartucho em milho"

"O ativo é um insumo biológico, composto por “x”, com função de controle da “lagarta” em “soja""
⚠️
Atenção
Não repita o nome do ativo nem insira resultados de projetos associados.
🌽

Para cultivares — inclua minimamente

Nome comum da espécie · tipo de cruzamento · ciclo · adaptabilidade e estabilidade produtiva · épocas de plantio · território de recomendação · público-alvo (alto ou baixo nível tecnológico) · tolerâncias a estresses bióticos e abióticos · desempenho para a indústria de sementes · traits especiais, se houver.

Para TRL 6 ou superior: finalize com a ficha técnica completa (genética, ciclo, florescimento, altura, resistência a doenças, produtividade esperada etc.). Você pode inserir a resistência a doenças da forma como preferir, seja em quadro ou textual.

Ficha técnica — exemplo preenchido
Identificação e genética
Genética Convencional / Transgênico
Tipo de cruzamento Ex: híbrido top-cross, variedade, híbrido simples, triplo, duplo
Ciclo Ex: precoce / normal
Uso Ex: grãos
Época de plantio Safra e/ou safrinha
Nível de investimento Ex: baixo / médio
Fenologia
Florescimento feminino X dias do plantio
Florescimento masculino X dias do plantio
Empalhamento Ex: médio
Morfologia da planta e espiga
Altura da planta X cm
Altura da espiga X cm
Comprimento médio da espiga X cm
Diâmetro médio da espiga X cm
Fileiras de grãos X fileiras
Textura do grão Ex: semidentado
Cor do grão Ex: amarelo / alaranjado
Resistência ao acamamento Ex: alta
Dados industriais e produtividade
Peso hectolítrico X g/L
Peso de 1000 sementes X g
Densidade de plantio — safrinha X mil plantas/ha
Produtividade esperada X kg/ha (média em xx ambientes)
Resistência a doenças
Doença Grau de resistência
Diplodia Moderadamente resistente
Cercosporiose Moderadamente resistente
Mancha de Turcicum Moderadamente suscetível
Complexo Enfezamento do milho "Corn stunt" Moderadamente suscetível
Mancha de Bipolaris Moderadamente suscetível
Ferrugem Polissora Moderadamente suscetível
Mancha branca Moderadamente suscetível
Ferrugem branca Moderadamente suscetível
🎯 Qual a principal aplicação do ativo?

Descreva para quem e como o ativo será usado na cadeia produtiva. Destaque o diferencial em relação às soluções existentes no mercado, quando houver.

📋
Exemplos
"Destinado a produtores de milho safrinha no Brasil Central com médio nível tecnológico, com custo de semente inferior aos híbridos simples e potencial produtivo superior às variedades de polinização aberta"

"Voltado para a indústria de sementes, com parentais de alto vigor que reduzem o custo de produção de sementes híbridas"
💡
Informações aprofundadas sobre mercado, TRL/MRL, validação e parcerias devem ser inseridas nos campos específicos — não aqui.
🔍 Quais problemas o ativo pretende resolver?

Descreva o que motivou o desenvolvimento do ativo e qual dor do cliente ele resolve. Use dados de impacto técnico, econômico, social ou ambiental quando disponíveis.

⚠️
Atenção
Não descreva como o ativo resolve o problema — o foco aqui é a justificativa da demanda.
📋
Exemplos
"O enfezamento do milho causa perdas de até [x]% na safrinha do Brasil Central. Os híbridos disponíveis apresentam baixa tolerância à doença e o controle químico do vetor tem eficiência limitada"

"A lagarta-do-cartucho é responsável por perdas estimadas em R$ bilhões/ano no milho brasileiro. O controle predominantemente químico eleva custos, gera risco de resistência e enfrenta restrições crescentes em mercados exportadores"
💡
Se o problema está relacionado ao Desafio de Inovação ao qual o projeto foi alinhado, utilize-o como referência.
💡 O que o ativo oferece de inovador?

Descreva os diferenciais concretos do ativo em relação às soluções disponíveis — em desempenho técnico, custo, qualidade, sustentabilidade ou experiência do usuário. Sempre que possível, quantifique os diferenciais com dados comparativos.

📋
Exemplos
"Produtividade [x]% superior à média dos híbridos comerciais de referência em ambientes de baixa disponibilidade hídrica"

"Resistência múltipla a [doença x] e [doença y], eliminando a necessidade de aplicações fungicidas específicas e reduzindo o custo de produção em até [x]%"
💡
Uma forma prática de identificar diferenciais é comparar os CTAs (Coeficientes Técnicos Atuais) alcançados com os CTRs (Coeficientes Técnicos de Referência) definidos no início do projeto.
🔀 Outros campos da Seção 1

Existem outros usos para o ativo?

Liste aplicações alternativas ao uso principal — em outras culturas, espécies, regiões ou segmentos industriais. Não é necessário que esses usos já tenham sido validados.

Quais as outras soluções existentes para resolver esse problema?

Indique as principais soluções que você já conhece. Não é necessário aprofundamento — este campo orienta a análise de concorrência que será realizada em detalhe pelo qualificador.

💡
Quando souber, cite nomes comerciais ou instituições responsáveis — isso facilita muito o trabalho do qualificador.

Resultados de projetos associados

Informe os resultados de pesquisa que compõem o ativo — do mesmo projeto ou de projetos anteriores, inclusive encerrados. Use também este campo para qualificações em grupo (ex.: 3 linhagens de sorgo para co-híbridos qualificadas como um único ativo).

⚠️
Não inclua resultados que apenas se relacionam com o ativo sem compô-lo diretamente. Não repita o próprio resultado vinculado.

Outras UDs da Embrapa envolvidas / Países, Regiões e Biomas

Informe as UDs que participaram do desenvolvimento (exceto a sua) e indique onde o ativo foi ou será validado. Seja preciso — essas informações norteiam os esforços de posicionamento e facilitam a busca pelo ativo no Gestec.

🌽
Para cultivares em TRL 6–9, verifique o formulário de registro da cultivar pela lista de melhoristas e suas UDs de vinculação.

Países de indicação

Indique os países com potencial de uso ou exploração do ativo — por exemplo, onde já houve validação ou onde as condições agroclimáticas são semelhantes às do ambiente de desenvolvimento. Essas informações orientam o posicionamento e a prospecção de tecnologias em mercados internacionais.

💡
Considere países com perfis agroclimáticos compatíveis, mesmo que ainda não haja validação formal realizada nesses territórios.

Regiões de Indicação

Indique as regiões com potencial de uso ou exploração do ativo — por exemplo, onde já houve validação ou há previsão, conforme TRL/MRL. É importante considerar esse campo quando as condições regionais (clima, solo, infraestrutura, perfil do produtor etc.) impactam o posicionamento do ativo.

💡
Quanto mais preciso for o recorte regional, mais eficaz será o posicionamento mercadológico e a identificação de parceiros estratégicos para validação.
Capítulo 5 · Seção 2

Guia da Aba: Seção 2

Alcance de Resultado — metodologia, validação e desempenho técnico

⚠️
Esta seção substitui a Nota Técnica de Alcance de Resultado
Preencha com o mesmo nível de detalhamento que você dedicaria a esse documento — o CTI utilizará essas informações para avaliar e aprovar o resultado.
📏 Coeficiente Técnico de Referência (CTR) para a TRL/MRL prevista em 2026

O pesquisador deve preencher o CTR de referência — o parâmetro mínimo de competitividade identificado no estado da arte para o estágio TRL/MRL previsto em 2026. O preenchimento deve deixar explícitos os três elementos abaixo:

ElementoO que informar
Unidade de MedidaEx.: kg/ha, % de eficiência, UFC/mL, R$/ha
Valor de ReferênciaO valor numérico mínimo que o ativo deve atingir para ser competitivo neste estágio
Referência BibliográficaA fonte que fundamenta o CTR — artigo científico, boletim técnico, dado de mercado, norma regulatória etc.
📈 Coeficiente Técnico Atual (CTA) atingido

O pesquisador deve inserir o valor atual de desempenho medido durante o desenvolvimento da tecnologia — ou seja, o resultado efetivamente obtido pelo ativo até o momento. O CTA deve ser expresso na mesma unidade de medida utilizada no CTR, para possibilitar a comparação direta entre os dois.

💡
O confronto entre CTA e CTR é central na seção de Resultados e Discussão. Preencher o CTA com clareza e precisão aqui facilita essa análise e demonstra ao CTI o grau de maturidade tecnológica alcançado.
🧪 Metodologia

Descreva como o ativo foi desenvolvido, incluindo o delineamento experimental adotado. Seja objetivo e técnico.

Resultados e Discussão (contempla também validação técnica e mercadológica)

Obrigatório: apresentar análise estatística, além de tabelas e/ou figuras para as variáveis relacionadas ao CTA, quando aplicável. Descreva os principais resultados obtidos e as evidências de validação técnica e mercadológica do ativo, considerando o estágio atual de maturidade tecnológica (TRL/MRL). Na validação técnica, informe: os ambientes e condições de validação realizados até o momento (laboratório, campo experimental, ambiente operacional etc.); regiões/localidades (municípios onde foram feitos testes/experimentos) e parceiros envolvidos; resultados alcançados e desempenho do ativo; os Coeficientes Técnicos de Referência (CTR) — parâmetros mínimos de competitividade identificados no estado da arte — e os Coeficientes Técnicos Atuais (CTA) efetivamente obtidos pelo ativo, indicando claramente quais foram atingidos, parcialmente atingidos ou não atingidos.

EstágioO que se espera
TRL/MRL ≤ 3CTA ainda pode ser inferior ao CTR — descreva o avanço em relação ao estágio anterior
TRL/MRL ≥ 4Os principais CTRs devem ter sido igualados ou superados — deixe explícito
Avanço de TRL/MRLIndique quais ações realizadas no ano comprovam a evolução do estágio

Na validação mercadológica, descreva evidências de aderência ao mercado e atendimento às necessidades do público-alvo, incluindo, quando aplicável: testes com usuários/parceiros; avaliações de custo-benefício; viabilidade operacional/logística; requisitos regulatórios; feedbacks de mercado; parcerias para validação em ambiente relevante ou operacional. Para ativos TRL/MRL 9 (passivos), incluir indicadores de adoção e evidências de uso no setor produtivo, bem como parcerias que permitam monitorar sua utilização.

⚠️
O texto deve ser elaborado especificamente para este campo, não devendo ser mera reprodução de publicações, resumos de projetos ou conteúdos do Ideare. Arquivos anexos podem complementar as informações, mas não substituem a descrição solicitada.
⚠️
Não copie publicações, resumos do Ideare ou do projeto. O campo pode ser complementado com arquivos anexos, mas não deve se restringir a citá-los.
💡
Para ativos em TRL/MRL 9 (passivos): descreva os indicadores de adoção disponíveis e as parcerias — formalizadas ou não — que permitem monitorar o uso do ativo no setor produtivo.
📐 Calculadora TRL

A planilha traz uma versão simplificada da calculadora de TRL do Ideare. Preencha os critérios indicados para comprovar o estágio TRL/MRL alcançado — isso é necessário para que o CTI valide o resultado.

Capítulo 6

Fluxo de Finalização e Envio

O que fazer ao concluir o preenchimento da sua aba

1
Revise todos os campos da sua aba

Confirme que todos os campos estão preenchidos ou justificados. Campos em branco sem justificativa podem atrasar a qualificação.

2
Notifique o Gestor de Ativos da UD e o qualificador

Avise-os — por e-mail ou canal combinado pela equipe — que você concluiu o preenchimento da sua parte.

3
Aguarde a verificação e o PDF

O gestor revisará o preenchimento completo da planilha. Após validação, você receberá o PDF exportado como comprovante de entrega ao CTI.

4
Aguarde a avaliação do CTI

O CTI verificará o alcance de resultado com base no que você preencheu na Seção 2. Se aprovado, a qualificação será inserida no Gestec pelo gestor de ativos.

💡
Sobre o salvamento automático
Não é necessário nenhum procedimento especial para salvar — basta fechar o arquivo. Todas as alterações ficam registradas automaticamente.
⚠️
Se houver lacunas identificadas pelo gestor
O gestor pode retornar pedindo complementação. Use os comentários na própria planilha para uma comunicação mais ágil e rastreável.
Capítulo 7

Contatos e Suporte

Em caso de dúvida, consulte primeiro as orientações da planilha e deste manual. Se a dúvida persistir, acione o contato adequado abaixo.

Dúvida Quem acionar
Processo de qualificação e uso da planilha Julia Miranda
julia.resende@embrapa.com.br
Propriedade Intelectual Fernanda de Almeida
CLPI da unidade
Aspectos regulatórios (patrimônio genético, biossegurança etc.) Maria José Vilaça e Comitê Local de Aspectos Regulatórios
Portfólio e pipeline de cultivares GT Pipeline Genética Vegetal
Inserção posterior no Gestec Julia Miranda
julia.resende@embrapa.com.br
💡
Dica final
Mantenha este manual e as orientações disponíveis na planilha sempre à mão durante o preenchimento. A maior parte das dúvidas operacionais está respondida nesses dois materiais.

Obrigada pela sua dedicação ao processo de qualificação. Uma caracterização técnica bem feita é o que transforma um bom resultado de pesquisa em uma tecnologia que chega às mãos de quem mais precisa. 🌱